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LIBERTY SEGUROS ASSINA CARTA ANTI-CORRUPÇÃO
NOTÍCIAS
22 OUTUBRO 2009

"De acordo com as palavras do nosso Presidente, Ted Kelly, no prefácio do nosso Código de Conduta, um dos princípios fundamentais da Liberty Seguros, partilhado por todas as empresas do Grupo Liberty Mutual, é um compromisso sério de condução da nossa actividade com o máximo de honestidade e integridade. Esta política tem feito parte da forma de conduzir a nossa actividade ao longo da nossa história e é de crucial importância para a reputação e continuidade do sucesso da Liberty Mutual na indústria seguradora. Por esta razão, aderimos à Carta Anti-Corrupção." 
Teresa Carvalho, Directora do Gabinete Jurídico & Compliance da Liberty Seguros.

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A Liberty Seguros e outras empresas e instituições portuguesas ligadas ao mundo empresarial, assinaram no passado dia 22 de Outubro, a carta dirigida ao secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-Moon, aderindo assim, à Iniciativa de Parceria Contra a Corrupção (PACI).

Com a actual crise económica, que ameaça desencadear tensões sobre a concorrência mundial e o desgaste das normas éticas, centenas de empresas mundiais e portuguesas, associam-se num movimento que apela a uma acção mais eficaz na luta contra a corrupção e ao debate desta matéria na Conferência dos Estados Partes que se realiza em Doha, em Novembro próximo.

Em Portugal é a Associação Portuguesa de Ética Empresarial (APEE), enquanto “focal point” do UNGC para Portugal, que dinamiza a iniciativa criada pela Câmara de Comércio Internacional, Transparência Internacional, Fórum Económico Mundial e Global Compact das Nações Unidas, e que expressa o apoio à Convenção da ONU Contra a Corrupção de 2003, defendendo o acompanhamento da sua implementação através da criação de mecanismos de fiscalização realmente eficazes. 

Segundo Mário Parra da Silva, presidente da APEE “os líderes empresariais reconhecem os riscos da corrupção e a Convenção da ONU veio assumir este problema, prometendo reduzi-la e criar um campo de competição equalizado para todos os participantes na economia global. No entanto, o sucesso desta Convenção depende de uma estrutura que vigie a sua aplicação”.

Este movimento mundial defende que a estrutura de fiscalização deve ser credível e eficaz e sugere a existência de um financiamento fiável de longo prazo, que deve incluir a visita a um dado país por auditores de outros países. Propõe ainda um funcionamento transparente, com a participação do sector privado (e outras partes interessadas) e a publicação de relatórios.
O período de adesão decorre até fim de Outubro de 2009.

Grupo Coordenador da Iniciativa:
Abreu Advogados, Adecco, AESE, APEE, Apifarma, BIAL, Fundação Oriente e REN.

Entidades signatárias da Carta, até 14 de Outubro:
AECOPS, AICCOPN, ANA Aeroportos, ANEOP, APESPE, Aroso Associados, BANIF, Bureau Veritas, CCP, DHL, EDA, FEPICOP, Financetar, HFA, Liberty Seguros, LNEG, Manpower (USA), NERVIR, Pedra Base, Oeiras Viva, SECURITAS, Servilusa, Somague, Toyota Caetano e XEROX. 

www.apee.pt